Plugins: não basta desativar

Em se tratando do WordPress, os plugins são uma das coisas mais interessantes já trazidas a uma ferramenta de publicação web. A flexibilidade, a possibilidade de disponibilizar ao site novas funcionalidades, são o lado bonito do que pode vir a ser um pesadelo.

Sempre dizemos que quanto mais a sério um blogueiro levar seu blog, menos plugins ele terá. Alguns são essenciais, como os de cache, mas outros são plenamente dispensáveis, e só servirão mesmo para causar transtorno e “atolar” o servidor.

Muitos blogueiros, infelizmente, fazem de seus blogs (muitas vezes de onde tiram seu sustento) um campo de provas para todo e qualquer plugin que vejam pela frente. E pior que isso, nunca removem esse lixo do WordPress, ignorando os problemas potenciais.

Plugins que “furam” o cache

Entre os plugins indispensáveis em qualquer blog estão os de cache. Em se tratando de servidores cPanel, nosso favorito, pelo equilíbrio entre funcionalidade, utilidade, simplicidade e desempenho, é o WP Super Cache. Já nas máquinas geridas pela Mônica (VPSs NX e servidores dedicados sem cPanel) utilizamos o REDIS Cache, que é muito mais rápido e leve por deixar a tarefa de cache quase inteiramente para o servidor web (no caso, o Nginx).

Em contrapartida, há plugins que nunca deveriam ser sequer cogitados de instalar num blog que tenha qualquer importância. São os que implementam scripts que são carregados e/ou executados por chamadas diretas do diretório de plugins, aqueles que utilizam scripts .php para implementar folhas de estilo, e outras barbaridades.

Esses plugins “furam” o sistema de cache (por causa das chamadas diretas), além de terem o potencial de expor o WordPress a riscos de ataques como script injection e SQL injection.

Desativar é pouco

Quando alguém instala um plugin desses acima em seu blog e só o desativa, não resolve o problema de sobrecarga que eles causam.

Isso porque esses scripts que são chamados diretamente do diretório de plugins também são indexados e acessados por bots de indexação, bem como pelas páginas arquivadas no cache do Google ou outro buscador.

Desta forma, é necessário sempre excluir completamente os plugins não utilizados do WordPress.

Os clientes da PortoFácil, se preferirem, podem abrir um chamado de suporte e pedir que nós façamos a exclusão dos plugins. Será sempre um prazer ajudar!

 

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Publicado por Janio Sarmento – 11 de janeiro de 2019