Entrevista com o cliente: Alessandro Martins

Alessandro Martins

Alessandro Martins foi um dos primeiros clientes aqui na PortoFácil. Na época ele tinha, além do blog Livros e Afins, outros 20 domínios.

Qual a sua profissão e idade?

Tenho 44 anos e não tenho profissão. Minha formação é de jornalista, mas não exerço desde 2008. Trabalho na equipe de assessoria de imprensa do Festival de Curitiba, o maior festival de teatro e outras artes da América Latina, dois meses por ano. Também faço (muito) conteúdo para uma empresa de agentes autônomos de investimento.

Qual a sua posição na empresa e suas responsabilidades?

Não tenho posição em empresa nenhuma. Minha responsabilidade é ser uma pessoa de bom convívio e ajudar o máximo possível e atrapalhar o menos possível as outras com quem convivo no curto período de duração de minha vida, que será de uns 120 anos ao todo, salvo acontecimentos violentos ou doenças que me façam morrer antes, o que não está, em absoluto, descartado.

Qual a sua rotina?

Acordo quando dia amanhece, algo que varia entre as 6 horas e as 8 horas da manhã. Vou até a casa da minha mãe, de que sou vizinho. Vivemos no mesmo terreno. Faço café e vejo os noticiários matinais com ela. Vou para academia levantar pesos. Aí o resto do dia depende dos trabalhos em que me engajei. Posso cuidar do jardim, escrever textos para a empresa para a qual presto serviço atualmente ou outra. Há alguns anos, por exemplo, resolvi fazer uma mesa com restos de madeira que estavam no quintal. Não ficou perfeita, mas é uma boa mesa, que fica no quintal. Durmo cedo.

Você tem metas pessoais?

Não acredito em metas, mas em propósitos que, automaticamente, as criam. Meu propósito hoje é cuidar da minha mãe e da minha irmã, que tem necessidades especiais e depende completamente de nós. Minha mãe está na casa dos setenta anos e é completamente independente, mas sinto que é importante minha presença aqui e cada vez mais será. Resolvo os corres dela, as levo no médico e para fazer passeios. Sou uma espécie de Uber. Atualmente sou responsável por gerenciar os investimentos da família. Não temos muito dinheiro e é muito importante que o bem estar de minha irmã esteja salvaguardado através de um estofo financeiro. A parte afetiva está garantida.

Alessandro Martins

Quais suas metas profissionais?

Não tenho metas profissionais. Só pessoais, muito subjetivas.

Como se mantém informado?

Através de uma constante observação de mim mesmo, dos outros e da interação que se dá entre essas duas partes. A melhor forma de se manter informado é perceber o que é realmente importante para si, para quem está a seu lado e como essas duas pontas se unem fazendo um círculo. O resto é o meio para busca essas importâncias que se completam. Tudo além disso não é a mensagem, tudo além disso é o meio. Por exemplo, eu digo que vejo o noticiário pela manhã com a minha mãe. Obviamente, não é o noticiário a coisa mais importante nisso aí.

Como descobre inovações/novidades para seu negócio/empresa?

A resposta é parecida com a da pergunta anterior. O que é essencial, afinal de contas, para mim? Então, talvez, essa tal busca não seja pelas novidades. O mundo está cheio de novidades. Mas quais são as que me interessam? Eu, cada vez mais, busco velharias.

Você é o(a) responsável pelas decisões de compra?

Sou. Mas compro muito pouco. Sei que a pergunta não tem nada a ver com a resposta que vou dar porque tem um caráter mais empresarial, mas vou adaptar o meu entendimento dela. Gosto de andar nos shoppings. Acho que eles se parecem muito com museus: assim como os museus eles têm diversas coisas que não levaremos para casa, muitas coisas de que sequer precisamos ou mesmo temos dinheiro para comprar, coisas que estão protegidas por redomas de vidro e alarmes. É assombroso que depois de um tempo todas aquelas coisas serão substituídas por outras mais recentes, mais novas. E as anteriores vão parar em outro lugar, para o lixo talvez. Os museus são o registro da permanência e os shoppings são o museu do efêmero. Gosto da frase de Diógenes de Sinope que, ao passear pelos mercados gregos, exclamava: “Nossa! Quanta coisa de que não preciso!” Assim, minhas decisões de compra passam também pela busca do essencial. Se eu compro um produto ou serviço é porque realmente preciso dele e ele terá de ser bom, duradouro e atender as necessidades que motivaram a compra.

Quais são os principais problemas nas áreas de tecnologia/serviços que precisa resolver dentro da empresa?

Mais uma vez, a questão empresarial não se aplica a minha vida atual. Mas estou em busca de tecnologias que possibilitem e facilitem o encontro pessoal sem a intermediação de uma tela. Atualmente, para todos os aspectos de nossa vida, isso é difícil. Mesmo agora estou respondendo isso para você através de uma. Mas para os encontros mais importantes é algo simples de ser feito.

Na sua opinião, quais são os critérios mais importantes para decidir por um investimento em uma tecnologia ou serviço?

Ele vai adicionar uma camada de proximidade ou uma camada de superficialidade à relação entre as pessoas? Recentemente, minha mais importante produção pessoal nesse sentido foi uma newsletter. Diferentemente de uma rede social ou de um blog encontrável por qualquer um no Google, a newsletter chegava até pessoas que estavam previamente interessadas no que eu tinha a dizer. Atualmente, não quero chegar a muitas pessoas. Depois de manter a newsletter por quatro anos sem interrupção decidi parar, pois senti que ela não estava mais se prestando a esse papel. Meu plano, agora, é enviar meus escritos pelo correio. Mas ainda estou pensando na forma mais eficiente de se fazer isso.

Usou outros servidores antes da PortoFácil? Quais? Quais as principais facilidades e dificuldades?

Usei. Um amigo com quem tinha um projeto me cedia gratuitamente a hospedagem e o serviço. Mas ele, apesar da boa vontade e da gentileza, não tinha o conhecimento que o Jânio possui em WordPress e, quando havia sobrecarga do servidor, não sabia o que fazer.  Depois que mudei para a PortoFácil, meus blogs que, na época, tinham milhares de acessos diários, nunca mais apresentaram problemas.

Você lembra há quanto tempo é cliente PortoFácil?

Eu acredito que estou na PortoFácil desde 2008/2009.

Quais foram os motivos para decidir pela PortoFácil na hora de escolher seu servidor?

Meus blogs eram minha fonte de renda na época. E estavam caindo o tempo inteiro por um motivo que eu desconhecia. O Jânio garantiu que saberia o que fazer. Não tive dúvida em assumir um custo maior (antes não pagava nada pela hospedagem) e pagar por um servidor dedicado gerenciado por um profissional que passou plena segurança do que estava fazendo. Em menos de poucas horas, meus sites estavam firmes no ar. Eu tinha, sei lá, uns vinte.

Quais são suas principais razões para fechar um negócio?

A certeza de que os dois lados estão satisfeitos da melhor maneira possível. Só psicopatas ficam satisfeitos em levar vantagem em um negócio enquanto a outra parte se deu mal.

Quais são seus elogios à PortoFácil?

Para mim, a PortoFácil é o Jânio. E eu sempre tratei com ele. Mesmo se, eventualmente, foi um outro profissional que falou comigo, eu sabia que estava tratando com o Jânio, porque não imagino que ele contrate pessoas com uma filosofia de trabalho diferente da dele. O Jânio não se contenta em lhe dar a melhor máquina, a mais bem dimensionada para suas necessidades. Se é preciso, ele pessoalmente vai configurar o gerenciador de conteúdo que você vai rodar no servidor. Isso, em princípio, talvez eu esteja enganado, não faz parte das obrigações dele. O que ele quer é que o cliente tenha a melhor experiência possível. Outra coisa: já aconteceu de ele abrir mão de lucro para me sugerir um serviço ou uma máquina mais em conta. De fato, atualmente, não dou tanta atenção a meus sites, só mantenho uns dois ou três e, ainda assim, sem atualização. O Jânio também mantém uma política de perfil de cliente: se o cliente não se adapta ao estilo dele, ele compreende que não é necessário atender todo o mundo. Dessa forma, ele consegue atender melhor aqueles que têm mais a ver com estilo de gerência que ele conduz. Isso tem reflexos em eficiência, segurança e rapidez. Se for para resumir tudo em poucas palavras: se você decidir ficar na PortoFácil, seus sites ou vão funcionar ou vão funcionar.

Você tem alguma crítica? Como podemos melhorar o serviço?

O serviço atende TODAS as minhas necessidades atuais. Se surgir alguma nova, direi.

Durante o seu tempo como cliente, quais as inovações que mais facilitaram a sua vida?

Não foram as inovações. As inovações são detalhes. São tão detalhes que nem sei quais são. Certamente foram várias. Eu só queria colocar informações na Internet para serem lidas, para chegarem às pessoas, só isso. Todo o processo de contato com a PortoFácil, nesse sentido, me facilita a vida até o momento. Ou, melhor ainda, inovação é esse contato nada superficial que o Jânio tem com as pessoas, seus clientes.

Houve mudanças que atrapalharam o seu dia a dia? Quais? Como resolveu o problema?

Da PortoFácil só tive ajuda. Nada atrapalhou. Algo notável se considerarmos aí uma década de trabalho junto, não?

 

 

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Entrevista com o cliente: Alessandro Martins

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Publicado por Lucia Freitas – 23 de fevereiro de 2018